terça-feira, 6 de julho de 2010

Disconjuntivo...


Sei de ti, mais do que devia!
Procuro em ti qualquer espécie de anestesia...
E deixo-te afundares em mim, mesmo que a alma esteja vazia.
De ti, procuro apenas um momento de utopia.
Não percebes... aqui por vezes só rege a melancolia!
Hoje não,
Hoje não,
Hoje não estou aqui dura nem fria...
Podes vir, podes vir...
Vamos os dois provar o sabor da maresia.
É que me perdi no espaço, já não sei aonde ía?!
Hoje não, hoje não...
Não venhas... Quase que me perdia...





1 comentário:

Nuno Vicente disse...

Um olhar, um sentimento, uma descrição...
De infinita beleza,
Duma inequívoca paixão,
Numa poesia, amante da sua poetisa!