"Será que te lembras do momento, do minuto, da hora... do dia em que o Mundo ruiu, de dentro para fora"?
Ás vezes não faz sentido. Ás vezes parecemos tão perdidas nos nossos dramas que não dá para raciocinar. Não dá para esquecer e "chutar a bola para á frente". Preparamos a nossa vida, dia a dia, nem que seja de forma mental, para podermos dar um primeiro passo mas depois quebrarmos ali? A barreira é transparente, invisível. Fechamos os olhos, respiramos fundo, mas mesmo assim, parece que não avança... Os nossos pés não avançam. Os joelhos quebram de dor, e as lágrimas correm. Mesmo que não queiras, elas correm e queimam-te a face.
«Fragilidade» é tudo aquilo que agarramos num momento e já nos fugiu. Será que alguma vez sentiste o que conquistaste nas tuas mãos? E será que conquistaste o objectivo... ou conquistaste o caminho? O que é o mais importante?
Perguntas sem resposta... o típico...
Porque é que sorrir ás vezes é mais doloroso que chorar?
Porque... talvez não seja o que tu sintas naquele momento... Porquê?
Porque é que construímos com uma mão e destruímos no instante seguinte com a outra?
Lutamos momento após momento contra um não-sei-quê, que vem não-sei-de-onde, com uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
Resta-nos esperar pelo amanhã e voltar a lutar. Com ou sem medos. Com ou sem fragilidades.
Se as lágrimas correrem... é sinal de que sentimos, se o coração bater mais forte... é sinal de que vivemos.
Será a "Sangue, suor e lágrimas" e com um "Nada" nas mãos.
Será ao teu lado, hoje e Sempre...
E se eu tive a certeza, amanhã de que se adia... ou se acaba? E se... SE Nada!
Vai queimar a pele, acertar nas costas e ferir o coração. Que a mente tenha força, que o resto não passa sem o tempo
A coragem? Dentro do baú das recordações... hei-de encontrá-la. Uma espécie de "Heroína"? Sou-o todos os dias. Pode estar a ruir. Mas o que quer que seja... reconstroi-se. Sempre e Para Sempre...
(26 de Novembro de 2008) - encontrei-o pra' ali... algures no "Baú das recordações"...
☆Bruna Santos
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